GCM de Diadema salva criança de 2 anos

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Agir com precisão e inteligência na defesa da vida faz parte da missão da Guarda Civil Municipal (GCM) de Diadema. Para isso, a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã investe continuamente em treinamento e capacitação de todo o efetivo. Graças à experiência e conhecimento, uma equipe da Inspetoria Norte (Jardim Canhema) conseguiu reanimar, socorrer e salvar a pequena Rafaella, de apenas dois anos de idade, na madrugada de domingo para segunda, 20/3.

De acordo com o pai, Leandro dos Santos, por volta das 4h da manhã, a criança acordou vomitando e foi perdendo a cor e os sentidos. Desesperados e aos gritos, os pais pegaram a menor nos braços e correram para rua em busca de socorro. Confiantes de conseguir apoio e ajuda, gritaram por socorro no portão da Inspetoria Norte da GCM Diadema, na rua Flórida, perto da casa da família.

Imediatamente, foram atendidos e acolhidos pela equipe formada pela GCM Classe Distinta Elaine juntamente com GCM Pelegrino, GCM Ramos e GCM Warnner.

“Quando ouvimos os pais gritando e com a criança desfalecida nos braços, prontamente abrimos o acesso da nossa sede e colocamos em prática as manobras e procedimentos de primeiros socorros e reanimação. É tudo muito rápido porque aprendemos a importância que isso tem para preservar a vida da vítima e evitar possíveis sequelas”, explicou a GCM Elaine, coordenadora da equipe.

Ela contou que foi uma ação conjunta e rápida. “Enquanto parte da equipe focou no atendimento à Rafaella, os outros já adotaram outros procedimentos também importantes como o de posicionar e preparar a viatura para o efetivo transporte dela com rapidez e segurança até o Hospital Municipal, em Piraporinha”, contou.

Final feliz e família agradecida

Depois do pânico, correria e pronta intervenção dos integrantes da GCM quanto aos primeiros socorros, a Rafaella passou por uma breve internação hospitalar e voltou pra casa no final do dia seguinte, 21/3. O pai, Leandro dos Santos, contou o que aconteceu depois do atendimento inicial prestado pelos guardas municipais.

“Minha filha ficou no Hospital de Piraporinha e depois foi transferida para o Quarteirão da Saúde e ficou internada e sob observação. Aí foi melhorando até ser liberada por Neurologista no dia seguinte. O diagnóstico é de que ela convulsionou em decorrência da febre”, explicou Leandro.

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